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	<description>tudo sobre a coluna</description>
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		<title>Características gerais das vértebras</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 20:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coluna.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Orientação geral da vértebra A porção mais volumosa e cilindróide da vértebra é anterior, e o conjunto das apófises ou saliências ligadas a esta parte do osso dirige-se para trás e para baixo. Descrição Todas as vértebras (com excepção das &#8230; <a href="http://www.coluna.com/as-vertebras-coluna.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.coluna.com/wp-content/uploads/2011/06/coluna-vertebra.gif" alt="" title="coluna-vertebra" width="250" height="258" class="alignleft size-full wp-image-103" /><strong>Orientação geral da vértebra </strong><br />
A porção mais volumosa e cilindróide da vértebra é anterior, e o conjunto das apófises ou saliências ligadas a esta parte do osso dirige-se para trás e para baixo.</p>
<p><strong>Descrição </strong><br />
Todas as vértebras (com excepção das duas primeiras, respectivamente o atlas e áxis) apresentam o corpo vertebral, o buraco vertebral, a apófise espinhosa, as apófises transversas, as apófises articulares, as lâminas vertebrais e os pedículos.<br />
O conjunto de todas as apófises, as lâminas e os pedículos constitui o arco vertebral (Arcus vertebralis) e a sobreposição de todos os buracos vertebrais origina o canal vertebral ou canal raquidiano (Canalis vertebralis).</p>
<p><strong>Corpo vertebral </strong><br />
O corpo vertebral (Corpus vertebralis), tem a forma de um segmento cilíndrico, com uma face superior, uma face inferior e uma face circunferencial.</p>
<p><strong>Buraco vertebral </strong><br />
O buraco vertebral (Foramen vertebrale) encontra-se situado entre o corpo vertebral adiante e o arco vertebral atrás e aos lados.</p>
<p><strong>Apófise espinhosa </strong><br />
A apófise espinhosa (Processus spinosus) apresenta a forma de uma espinha, ímpar e mediana, que se origina no ângulo de união das lâminas.</p>
<p><strong>Apófises transversas </strong><br />
As apófises transversas (Processus transversus), em número de duas, uma direita e outra esquerda, dirigem-se transversalmente para fora.</p>
<p><strong>Apófises articulares </strong><br />
As apófises articulares (Processus articularis ou Zygapophysis), em número de quatro, sendo duas superiores e duas inferiores, implantam-se no ponto de união dos pedículos e das lâminas. As apófises articulares superiores (Processus articularis superior) articulam-se com as apófises articulares inferiores das vértebras suprajacentes e as apófises articulares inferiores (Processus articularis inferior) articulam-se com as apófises articulares superiores das vértebras infrajacentes.</p>
<p><strong>Lâminas vertebrais </strong><br />
As lâminas vertebrais (Lamina arcos vertebralis), em número de duas, uma direita e outra esquerda, têm uma forma quadrilátera e constituem a parede póstero-Iateral do buraco vertebral.</p>
<p><strong>Pedículos </strong><br />
Os pedículos (Pediculus arcos vertebralis) são duas porções ósseas, finas e estreitas, que unem, de cada lado, o corpo vertebral à base da apófise transversa, lâmina e apófises articulares. Cada pedículo apresenta em cada bordo uma chanfradura (Incisura vertebralis superior/inferior), e cada uma constitui com a chanfradura da vértebra adjacente um orifício, o buraco de conjugação (Foramen intervertebrale).</p>
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		<title>Configuração da coluna</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 20:02:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coluna.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>

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		<description><![CDATA[A coluna vertebral apresenta quatro faces e no seu interior o canal vertebral ou raquidiano. Face anterior Esta face é constituída pelos corpos vertebrais e entre eles os discos intervertebrais. Face posterior Esta face apresenta, indo de dentro para fora: &#8230; <a href="http://www.coluna.com/configuracao-da-coluna.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-93" title="coluna-orgao-protector" src="http://www.coluna.com/wp-content/uploads/2011/06/coluna-orgao-protector.gif" alt="" width="200" height="263" />A coluna vertebral apresenta quatro faces e no seu interior o canal vertebral ou raquidiano.</p>
<p><strong>Face anterior </strong><br />
Esta face é constituída pelos corpos vertebrais e entre eles os discos intervertebrais.</p>
<p><strong>Face posterior </strong><br />
Esta face apresenta, indo de dentro para fora: a crista espinhal constituída pelo conjunto das apófises espinhosas e as goteiras vertebrais formadas pelas lâminas vertebrais.</p>
<p><strong>Faces laterais </strong><br />
Cada face apresenta, indo de diante para trás: os corpos vertebrais, os pedículos, os buracos de conjugação, as apójises articulares e as apójises transversas.</p>
<p><strong>Canal vertebral ou raquidiano </strong><br />
Este canal encontra-se em toda a extensão da coluna vertebral, sendo prismático triangular nas colunas cervical e lombar e cilíndrico na coluna dorsal. Ao nível da coluna sacro-coccígea é prismático triangular, em cima, e está configurado em goteira aberta, para trás, e ladeado pelos cornos do sacro, em baixo.</p>
<h3>coluna, órgão protector</h3>
<p>A coluna vertebral, como órgão protector, é fundamental, visto que o canal raquidiano é osteofibroso e aloja no seu interior a medula espinhal, as raízes dos nervos raquidianos e as meninges.</p>
<p>A medula espinhal ocupa o canal vertebral ou raquidiano até ao nível do disco intervertebral que separa as duas primeiras vértebras lombares, encontrando-se, para baixo deste limite, o filum terminal e as raízes dos nervos raquidianos, que constituem a cauda equina.</p>
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		<title>Miologia da coluna, músculos do dorso</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 20:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coluna.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>

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		<description><![CDATA[Os músculos do dorso dividem-se em músculos dorsais superficiais, músculos da nuca e músculos das goteiras vertebrais. Músculos Dorsais Superficiais Músculo trapézio (Musculus trapezius) Músculo grande dorsal (Musculus latissimus dorsi), Músculo grande rombóide (Musculus rhomboideus major), Músculo pequeno rombóide (Musculus &#8230; <a href="http://www.coluna.com/miologia-coluna.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.coluna.com/wp-content/uploads/2011/06/coluna-miologia.gif" alt="" title="coluna-miologia" width="266" height="310" class="alignleft size-full wp-image-90" />Os músculos do dorso dividem-se em músculos dorsais superficiais, músculos da nuca e músculos das goteiras vertebrais.</p>
<p><strong>Músculos Dorsais Superficiais</strong><br />
Músculo trapézio (Musculus trapezius) Músculo grande dorsal (Musculus latissimus dorsi), Músculo grande rombóide (Musculus rhomboideus major), Músculo pequeno rombóide (Musculus rhomboideus minor), Músculo angular da omoplata (Musculus levator scapulae), Músculo pequeno dentado posterior e superior (Musculus serratus posterior superior), Músculo pequeno dentado posterior e inferior (Musculus serratus posterior inferior).</p>
<p><strong>Músculos da Nuca</strong><br />
Músculos superficiais da nuca, Músculo esplénio da cabeça (Musculus splenius capitis), Músculo esplénio do pescoço (Musculus splenius cervicis), Músculo grande complexo (Musculus semispinalis capitis), Músculo pequeno complexo (Musculus longissimus capitis), Músculo transversário do pescoço (Musculus longissimus cervicis).</p>
<p><strong>Músculos profundos da nuca</strong><br />
Músculo grande recto posterior da cabeça (Musculus rectus capítis posterior major) Músculo pequeno recto posterior da cabeça (Musculus rectus capitis posterior minor), Músculo grande oblíquo da cabeça (Musculus obliquus capítis inferior), Músculo pequeno oblíquo da cabeça (Musculus oblíquus capitis superior).</p>
<p><strong>Músculos das Goteiras Vertebrais</strong><br />
Massa comum ou músculo sacro-ílio-lombar (Musculus erector spinae), Músculo ílio-costal (Musculus ilíocostalis), Músculo longo dorsal do tórax (Musculus longissimus thoracis), Músculos espinhais (Musculí spinales) Músculo transversário espinhoso Músculo semi-espinhoso (Musculi semi-spinalis),	 Músculo complicado da espinha (Musculus multifidus), Músculo subcomplicado da espinha (Musculi rotatores), Músculos intertransversários (Musculi intertransversarii ), Músculos interespinhosos (Musculi interspinales).</p>
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		<title>Artrologia da coluna, ligamentos periféricos</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 19:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coluna.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>

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		<description><![CDATA[Ligamentos periféricos São constituídos por duas longas fitas fibrosas, que ocupam toda a extensão da coluna vertebral, sendo conhecidos por ligamentos vertebrais comuns, anterior e posterior. O ligamento vertebral comum anterior (Ligamentum longitudinale anterius) encontra-se situado na face anterior da coluna &#8230; <a href="http://www.coluna.com/ligamentos-perifericos-da-coluna.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.coluna.com/wp-content/uploads/2011/06/coluna-artrologia1.gif" alt="" title="coluna-artrologia" width="202" height="233" class="alignleft size-full wp-image-85" /><strong>Ligamentos periféricos</strong><br />
São constituídos por duas longas fitas fibrosas, que ocupam toda a extensão da coluna vertebral, sendo conhecidos por ligamentos vertebrais comuns, anterior e posterior.</p>
<p>O <strong>ligamento vertebral comum anterior</strong> (Ligamentum longitudinale anterius) encontra-se situado na face anterior da coluna vertebral, estendendo-se desde a apófise basilar do occipital até à face anterior da 2ª vértebra sagrada.</p>
<p>Na região cervical é bastante estreito, ocupando a porção média da coluna. Na região dorsal é muito largo, estendendo-se até à cabeça das costelas. Na região lombar é de novo mais estreito, ocupando a porção média da coluna. Na região sagrada ocupa apenas a face anterior da primeira vértebra sagrada, terminando na segunda.</p>
<p>O<strong> ligamento vertebral comum posterior </strong>(Ligamentum longitudinale posterius) encontra-se situado atrás dos corpos vertebrais, em pleno canal raquidiano, estendendo-se desde a goteira basilar do occipital, adiante do buraco occipital até à primeira vértebra coccígea.</p>
<p>Este ligamento é bastante largo ao nível dos discos intervertebrais e muito mais estreito ao nível dos corpos vertebrais.</p>
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		<title>Artrologia da coluna</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 19:58:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coluna.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>

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		<description><![CDATA[As vértebras articulam-se entre si, por intermédio do corpo vertebral e das apófises articulares, sendo ainda reunidas à distância pelas lâminas, apófises espinhosas e apófises transversas. Articulações entre os corpos vertebrais Efectuam-se entre os corpos de duas vértebras justapostas. Classificação: &#8230; <a href="http://www.coluna.com/artrologia-coluna.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-82" title="coluna-artrologia" src="http://www.coluna.com/wp-content/uploads/2011/06/coluna-artrologia.gif" alt="" width="202" height="233" />As vértebras articulam-se entre si, por intermédio do corpo vertebral e das apófises articulares, sendo ainda reunidas à distância pelas lâminas, apófises espinhosas e apófises transversas.</p>
<p><strong>Articulações entre os corpos vertebrais </strong><br />
Efectuam-se entre os corpos de duas vértebras justapostas.<br />
<strong><br />
Classificação:</strong> Anfiartroses.<br />
<strong><br />
Superfícies articulares</strong>: São constituídas pelas faces inferior e superior dos corpos vertebrais de duas vértebras adjacentes. O centro é deprimido em relação à periferia, que se encontra mais elevada. As faces dos corpos vertebrais apresentam uma fina lâmina cartilagínea que reveste a porção central. As vértebras cervicais apresentam nas porções laterais do corpo vertebral as articulações unco-vertebrais de Trolard entre as apófises semilunares e as chanfraduras de duas vértebras adjacentes.<br />
<strong><br />
Meios de união</strong>: <em><strong>Ligamentos interósseos. </strong></em>Também conhecidos por discos intervertebrais (Discus intervertebralis) têm a til forma de uma lente biconvexa, interpondo-se entre os corpos vertebrais de duas vértebras adjacentes. As duas faces do disco moldam-se intimamente às superfícies vertebrais.<br />
A espessura dos discos intervertebrais varia em cada uma das regiões da coluna vertebral, sendo em média de 3,5 mm na região cervical, 5 mm na região dorsal e 9 mm na região lombar.<br />
Nas regiões cervical e)ombar os discos são mais espessos adiante do que atrás, e na região dorsal mais espessos atrás, sendo estas diferenças de espessura que permitem explicar as várias curvaturas da coluna, no sentido ântero-posterior. A porção central dos discos intervertebrais é formada por uma substância gelatinosa e mole, situada mais perto da porção posterior da periferia do disco, o núcleo gelatinoso ou pulposo (Nucleus pulposus). É esbranquiçado na criança e toma-se amarelado à medida que o indivíduo vai envelhecendo, sendo constituído por feixes fibrosos, separados por tecido mucoso com células que são resquícios da corda dorsal.<br />
A porção periférica dos discos intervertebrais é muito resistente e formada em parte por fibrocartilagem e em parte por lâminas fibrosas dispostas concentricamente, constituindo o anel fibroso (Anulus fibrosus).</p>
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		<title>Osteologia da coluna</title>
		<link>http://www.coluna.com/osteologia-coluna.html</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 19:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coluna.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>

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		<description><![CDATA[A coluna, coluna vertebral, coluna raquidiana ou ráquis (Columna vertebralis) situa-se na porção posterior e mediana do tronco e divide-se em quatro porções: cervical, dorsal ou torácica, lombar e sacro-coccígea. O ráquis é constituído por 33 ou 34 vértebras, sendo sete &#8230; <a href="http://www.coluna.com/osteologia-coluna.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.coluna.com/wp-content/uploads/2011/06/coluna.gif" alt="" title="coluna" width="311" height="338" class="alignleft size-full wp-image-9" />A <strong>coluna</strong>, coluna vertebral, coluna raquidiana ou ráquis (Columna vertebralis) situa-se na porção posterior e mediana do tronco e divide-se em quatro porções: cervical, dorsal ou torácica, lombar e sacro-coccígea.<br />
O ráquis é constituído por 33 ou 34 vértebras, sendo sete vértebras cervicais (Vertebrae cervicales), doze vértebras dorsais (Vertebrae thoracicae), cinco vértebras lombares (Vertebrae lumbales), cinco vértebras sagradas, que se encontram soldadas, para constituirem uma peça óssea única, o sacro (Os sacrum) e quatro ou cinco vértebras coccígeas que constituem também uma peça óssea única, o cóccix (Os coccygis).<br />
Sob o ponto de vista morfológico, as vértebras podem classificar-se:</p>
<table border="0" cellspacing="5" cellpadding="5" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="8" align="center" valign="middle" bgcolor="EFF0F0">Vértebras</td>
<td rowspan="4" align="center" valign="middle" bgcolor="E6E7E8">Típicas ou Verdadeiras</td>
<td rowspan="2" align="center" valign="middle" bgcolor="D8D9DA">Isólogas</td>
<td align="center" valign="middle" bgcolor="C9CACC">Comuns</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="middle" bgcolor="C9CACC">Especiais</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" align="center" valign="middle" bgcolor="D8D9DA">Hetrólogas</td>
<td align="center" valign="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="4" align="center" valign="middle" bgcolor="E6E7E8">Atípicas ou soldadas</td>
<td rowspan="2" align="center" valign="middle" bgcolor="D8D9DA">Alomórficas</td>
<td align="center" valign="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" align="center" valign="middle" bgcolor="D8D9DA">Alotróficas</td>
<td align="center" valign="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="middle"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As <strong>vértebras típicas</strong> ou <strong>verdadeiras</strong>, são vértebras independentes e podem dividir-se em vértebras isólogas e heterólogas. As vértebras isólogas assemelham-se às vértebras esquemáticas, podendo ser de dois tipos: as vértebras comuns, sem características especiais, sendo a 3ª, 4ª e 5ª vértebras cervicais, as 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª, 7ª, 8ª e 9ª vértebras dorsais e as 1ª, 2ª, 3ª e 4ª vértebras lombares, e as vértebras especiais apresentando características particulares, sendo a 6ª e a 7ª vértebras cervicais 1ª, 10ª, 11ª e 12ª vértebras dorsais e a 5ª vértebra lombar.<br />
As vértebras heterólogas diferem um pouco das vértebras esquemáticas, sendo deste tipo o atlas e o áxis.<br />
As <strong>vértebras atípicas </strong>ou <strong>soldadas</strong> são vértebras em que houve alterações da forma e do desenvolvimento, afastando-se das vértebras esquemáticas, podendo dividir-se em vértebras alomórficas e alotróficas. As vértebras alomóificas são caracterizadas por apresentarem alterações na forma, como o sacro e o cóccix. As vértebras alotróficas são caracterizadas por apresentarem alterações do desenvolvimento, como as vértebras cranianas (occipital, esfeno-parietal, esfeno-frontal e etmóido-nasal) e isto segundo a teoria vertebral do crânio.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Movimentos da coluna</title>
		<link>http://www.coluna.com/movimentos-da-coluna.html</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 19:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coluna.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>

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		<description><![CDATA[A coluna vertebral, como órgão cinético ou de movimento, permite os movimentos conjuntos da cabeça, do pescoço e do tronco. O atlas e o áxis permitem os movimentos da cabeça, que são de três tipos: flexão e extensão, inclinação lateral &#8230; <a href="http://www.coluna.com/movimentos-da-coluna.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.coluna.com/wp-content/uploads/2011/06/coluna-movimentos.gif" alt="" title="coluna-movimentos" width="215" height="342" class="alignleft size-full wp-image-75" />A coluna vertebral, como órgão cinético ou de movimento, permite os movimentos conjuntos da cabeça, do pescoço e do tronco. O atlas e o áxis permitem os movimentos da cabeça, que são de três tipos: flexão e extensão, inclinação lateral e rotação.</p>
<p>Os movimentos de flexão e extensão são feitos através da articulação occipito-atloideia, segundo um eixo que passa pelo centro da curvatura dos dois côndilos do occipital. Estes movimentos podem ser também feitos através das articulações atlóido-axoideias, mas de modo muito limitado.</p>
<p>Os movimentos de inclinação lateral são executados através da articulação occipito-atloideia, mas segundo um eixo mediano ântero-posterior que passa pelo centro da curvatura transversal dos dois côndilos do occipital. Estes movimentos podem também ser feitos através das articulações atlóido-axoideias, mas muito limitadamente.</p>
<p>Os movimentos de rotação têm origem nas articulações atlóido-odontoideia e atlóido-axoideias, através de um eixo vertical que passa pelo dente do áxis.</p>
<p>Os movimentos de flexão da coluna vertebral tendem a diminuir as curvaturas sagitais cervical e lombar, acentuando um pouco a curvatura dorsal.</p>
<p>Os movimentos de extensão da coluna vertebral são muito nítidos ao nível das colunas cervical e lombar, exagerando assim as curvaturas sagitais normais.</p>
<p>Os movimentos de inclinação lateral da coluna vertebral são reduzidos ao nível da coluna lombar, aumentando de amplitude nas colunas dorsal e cervical.</p>
<p>Os movimentos de rotação da coluna vertebral são muito pouco evidentes ao nível das colunas lombares e dorsal, mas muito desenvolvidos na coluna cervical.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Aspectos funcionais da coluna</title>
		<link>http://www.coluna.com/aspectos-funcionais-coluna.html</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 19:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coluna.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>

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		<description><![CDATA[O conjunto dos corpos vertebrais e dos discos intervertebrais suporta o peso da cabeça, do tronco e dos membros superiores e transmitem esta carga aos membros inferiores, transformando a coluna vertebral num órgão estático. O conjunto dos arcos vertebrais permite &#8230; <a href="http://www.coluna.com/aspectos-funcionais-coluna.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-71" title="coluna-aspectos-funcionais" src="http://www.coluna.com/wp-content/uploads/2011/06/coluna-aspectos-funcionais.gif" alt="" width="280" height="253" />O conjunto dos corpos vertebrais e dos discos intervertebrais suporta o peso da cabeça, do tronco e dos membros superiores e transmitem esta carga aos membros inferiores, transformando a coluna vertebral num órgão estático.</p>
<p>O conjunto dos arcos vertebrais permite a execução dos movimentos, quer de uma vértebra quer do ráquis em conjunto, transformando a coluna vertebral num órgão cinético ou de movimento.</p>
<p>O canal vertebral e as suas paredes transformam a coluna vertebral no órgão protector da medula espinhal, das raÍzes dos nervos raquidianos e das meninges.</p>
<p>A coluna vertebral, como órgão estático, é formada pelas 24 vértebras, cervicais, dorsais e lombares, que constituem a sua porção móvel, e pelos sacro e cóccix, que formam a sua porção fixa.</p>
<p>O atlas e o áxis asseguram a união entre a cabeça e a coluna vertebral.</p>
<p>A 1ª e a 2ª vértebras dorsais suportam a coluna cervical e comandam os movimentos de elevação e de abaixamento das duas primeiras costelas, no decurso dos movimentos respiratórios.</p>
<p>A 12ª vértebra dorsal é independente dos movimentos torácicos, constituindo a charneira dorso-lombar.</p>
<p>A 4ª e 5ª vértebras lombares asseguram a adaptação do ráquis suprajacente às mudanças de posição.</p>
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		<title>Factores psicológicos</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 17:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coluna.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ninguém sabe ao certo por que motivo algumas pessoas são vulneráveis às dores nas costas, enquanto outras pessoas com um físico semelhante e que vivem em circunstâncias idênticas não o são. Mas a resposta parece residir em parte nos factores &#8230; <a href="http://www.coluna.com/factores-psicologicos.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ninguém sabe ao certo por que motivo algumas pessoas são vulneráveis às dores nas costas, enquanto outras pessoas com um físico semelhante e que vivem em circunstâncias idênticas não o são. Mas a resposta parece residir em parte nos factores emocionais ou psicológicos.</p>
<p>Aceitamos que existem muitos exemplos de reacções físicas governadas pelas emoções — por exemplo, corar ou desmaiar ao ver sangue — e pode muito bem ser possível que as pessoas fiquem com dores nas costas por mecanismos semelhantes.</p>
<p>Em muitas ocasiões, os doentes admitem ter estado sob muito stress e perguntam &#8220;Acha que pode ter alguma coisa a ver com a minha dor nas costas?&#8221; Parece-me do senso comum apreciar que o stress emocional ou psicológico contínuo pode provocar alterações funcionais no organismo que influenciam a forma como usamos a coluna e os músculos.</p>
<p>A tensão muscular devido a emoções reprimidas muitas vezes causa dores no pescoço, na cabeça e nas costas.</p>
<h1>flutuações de humor</h1>
<p>O humor do dia-a-dia pode afectar a incidência de problemas nas costas. Muitas pessoas apercebem-se de que em alguns dias conseguem cavar o jardim ou realizar tarefas caseiras sem irritar as costas, enquanto que noutros dias se queixam ao mínimo esforço.</p>
<p>Considere com que frequência a sua postura reflecte a sua disposição. Quando nos sentimos tristes e deprimidos a cabeça tende a ficar baixa e os ombros ficam descaídos. Se nos sentirmos resignados ou derrotistas, provavelmente prostramo-nos mais. Quando nos sentimos zangados ou irritados, descuidamo-nos mais com a forma como usamos as costas quando nos flectimos ou levantamos pesos.</p>
<p>Passe alguns dias observando como o seu estado de espírito afecta a sua postura e a forma como usa as costas. Repare que quando se sente animado, orgulhoso e feliz as suas costas raramente lhe pregam partidas — no máximo sente uma pontada de vez em quando. Sempre que existe falta de harmonia psicológica, é provável que exista também uma disfunção física. À medida que nos tornamos mais conscientes da forma como o nosso estado emocional afecta a nossa postura, podemos inverter o problema tendo mais cuidado e talvez resolvendo o conflito interior. É demasiado fácil culpar as circunstâncias externas, especialmente quando estamos a reprimir raiva e ressentimento.</p>
<p>Um movimento estranho pode ser simplesmente &#8220;a gota de água&#8221;, enquanto que a tensão emocional é o factor de predisposição.</p>
<h1>stress: emocional e da coluna</h1>
<p>A dor nas costas é a forma de o corpo protestar contra o stress e obrigar a um abrandamento geral. Muitas pessoas estão sob pressão constante durante longos períodos, sem repouso adequado nem férias. Perderam o contacto com as necessidades do seu corpo — a necessidade de divertimento físico e de relaxamento e sono. Penso que muitos executivos que adquiriram dores agudas nas costas são sujeitos a stress por objectivos elevados, prazos de entrega, viagens de avião ou simplesmente por tentarem vencer em áreas muito competitivas. Os homens entre os 30 e os 50 anos correm um risco elevado e muitas vezes vivem mentalmente a um ritmo que o seu sistema emocional ou físico não consegue aguentar.</p>
<p>O meu conselho para pessoas nessa situação é tirar uns dias de descanso do trabalho, reorganizar e equilibrar as suas vidas, e reavaliar as suas prioridades. Este período permite-lhes aumentar gradualmente o seu nível de actividade e seguir um exercício específico.</p>
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		<title>Profissões de alto risco</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 17:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coluna.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos estudos feitos em empresas investigam os problemas nas costas de todo o pessoal, incluindo os trabalhadores com tarefas diferentes e específicas. Na indústria de construção, o manobrador da grua, o condutor da escavadora e os trabalhadores não especializados pertencem &#8230; <a href="http://www.coluna.com/profissoes-de-alto-risco.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos estudos feitos em empresas investigam os problemas nas costas de todo o pessoal, incluindo os trabalhadores com tarefas diferentes e específicas. Na indústria de construção, o manobrador da grua, o condutor da escavadora e os trabalhadores não especializados pertencem todos à mesma área profissional mas suportam cargas muito diferentes na coluna. Os trabalhadores que têm de carregar grandes pesos manualmente correm um risco maior de sofrer problemas nas costas. Os trabalhadores não especializados e mais velhos correm um risco maior — todos os anos, cerca de 22% dos trabalhadores da construção civil referem problemas nas costas e são seguidos por profissionais de saúde em 17% dos casos.</p>
<p>As pessoas que trabalham em escritórios, que têm empregos sedentários, correm riscos, especialmente se o trabalho implicar conduzir durante longos períodos. Os condutores de camiões, de autocarros, de tractores e os pilotos de aviões têm tendência para adquirir dores lombares numa idade mais jovem e têm maiores evidências radiográficas de doença degenerativa da coluna. A vibração dos veículos que eles conduzem pode ser um factor.</p>
<h1>actividades perigosas</h1>
<p>Os factores que se seguem aumentam as probabilidades de problemas nas costas. Com frequência, os riscos podem ser minimizados aprendendo a levantar pesos e a transportá-los correctamente, utilizando o equipamento adequado.</p>
<ul>
<li>Levantar pesos manualmente.</li>
<li>Levantar objectos pesados de forma repentina.</li>
<li>Levantar um objecto inesperadamente leve.</li>
<li>Flectir-se, torcer-se e alcançar um objecto.</li>
<li>Inclinação e flexão prolongada.</li>
<li>Trabalho repetitivo com cargas mais leves.</li>
<li>Posições de trabalho estáticas — por exemplo, conduzir, montar peças de electrónica, coser, fiar.</li>
<li>Vibração — como conduzir um tractor.</li>
<li>Monotonia e insatisfação com o trabalho.</li>
<li>Carga de trabalho inaceitavelmente elevada (um máximo de metade do peso do corpo para manuseamento ocasional e 40% do peso do corpo para carga contínua eram já recomendados em 1927).</li>
<li>Tarefas de manuseamento rápido e repetitivo.</li>
<li>Alturas de trabalho inadequadas.</li>
<li>Sentar-se em cadeiras sem apoio para as costas, suporte para os braços ou que não giram.</li>
<li>Espaço inadequado para se movimentar ou voltar.</li>
<li>Má distância de visão para trabalhadores sedentários.</li>
<li>Ferramentas/controlos fora de alcance fácil.</li>
</ul>
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